COMPORTAMENTO · Sem categoria

Ano Novo. Por Elisa Yule

Ano Novo. Novos hábitos.

A velha máxima de que estamos ganhando mais tempo de vida e que no fim das contas, o que de fato importa é dar vida aos anos que conquistamos, continua valendo neste ano que mal começou.

Leonardo Boff, teólogo, certa vez disse:” Para as condições brasileiras, sou oficialmente velho. Não quero, porém, entender o ser velho meramente na ótica da biologia. Porque a velhice é muito mais que sua dimensão biológica… é a última etapa da vida, a chance derradeira que a vida nos oferece para continuar a crescer, chegar a madurar e, por fim, acabar de nascer”.

O IBGE mostra que o brasileiro está vivendo mais: em 1980 a estimativa de vida era de 62,5 anos, em 2014 passou para 74,9 anos. A cara da nossa população passa por uma transformação radical e rápida. Não significa que respeito e inclusão venham juntos.

Tudo muda. O olfato, a audição, o paladar, a força física, a paciência, o apetite, o mercado de trabalho, o lazer, as viagens, a disposição… Como compensar as perdas e saber aproveitar os ganhos? Como acompanhar as mudanças tecnológicas que fazem o mundo girar nos dias de hoje?

Mudar a idade mínima para aposentadoria visando aproveitar a mão de obra madura não muda nada se o preconceito não for eliminado.

Das tantas necessidades urgentes, desejamos que este seja um ano de desafios & oportunidades, que cresçamos a cada dia como seres humanos que somos, e sejamos capazes de ser a mudança por onde formos.

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