GENTE QUE ENCANTA

Irene e Teresa. por Pedrinho Fonseca

Num banho, a temperatura ideal para dois não existe. Na vontade de ter a água mais quente, fecha-se um pouco o registro. Na esperança de esfriar, abre-se tudo. Nesse vai-e-vem, minha-vez-sua-vez, deixa-que-eu-cuido-disso, a única coisa que acontece mesmo é a água não ficar quente do jeito que um quer, nem fria como o outro queria. Quente demais? Esquiva. Fria demais: arrepio. Testa-se, antes, com as extremidades. Os pés, os dedos das mãos. O mergulho vertical só acontece com a segurança de que a água está de acordo com o que o corpo espera. Espero que vejam nisso, filhas, o que são as relações. E de onde parte a tolerância com o que é a vontade do outro. A temperatura ideal para dois nunca virá. Hoje, talvez ela esteja mais quente do que queremos. Amanhã, pode ser que esteja perfeita para nós –  e fria demais para o outro. E que assim, dia após dia, a gente se abrace, dance, pule, se arrepie, se esquive, descubra com a ponta do pé se dá para entrar ou não, brinque com isso. E que o amor nos banhe. E que as diferenças escorram pelo ralo.

Do seu pai,
Pedro.

Pedro Fonseca, é pai de João, Irene, Teresa e Joaquim. Casado com Lua. Escritor, fotógrafo e roterista. Autor do livro Do seu pai – textos que escreveu para seus filhos como se fossem uma carta, publicados em seu blog e depois transformados em livro. Na versão original, no blog, há uma foto linda das meninas.

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GENTE QUE ENCANTA

Todos vamos envelhecer…

Nosso país avança rumo a se tornar um país de anciãos. Em algumas décadas, teremos ainda muito menos nascimentos e muito mais pessoas na faixa dos 75 anos, idade proposta pelo governo interino do momento para aposentar as pessoas: na hora da morte. Enquanto, segundo os versos de Bandeira, “a indesejada das gentes” não chega, a escritora Adélia Prado, em seu livro “Erótica da Alma”,  nos passa super dicas para envelhecer com viço e ternura. Vejamos:

Todos vamos envelhecer… Querendo ou não, iremos todos envelhecer. As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar. A imagem no espelho irá se alterar gradativamente e perderemos estatura, lábios e cabelos. 

A boa notícia é que a alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço dos vinte e o erotismo dos trinta anos. O segredo não é reformar por fora. É, acima de tudo, renovar a mobília interior: tirar o pó, dar brilho, trocar o estofado, abrir as janelas, arejar o ambiente.

Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior. E, quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte para suportar. 

Erótica é a alma que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com sua história. Que usa a espontaneidade pra ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafetos. 

Erótica é a alma que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios.

Erótica é a alma que não esconde seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo. Erótica é a alma que aceita suas dores, atravessa seu deserto e ama sem pudores.

Adélia Luzia Prado de Freitas,  ou simplesmente Adélia Prado , é cidadã mineira de Divinópolis (13 de dezembro de 1935) que deu de passar por essa vida como professora (por 24 anos), filosofando, escrevendo contos e poetando sobre o cotidiano em um estilo único, carregado de grança, e valorização do universo e o verbo feminino. by Xapuri.info

COMPORTAMENTO · GENTE QUE ENCANTA

7%. por Regina Brett, 90 anos.

“Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições

que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que já escrevi. Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto  aqui vai a coluna

mais uma vez:”

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, e pequeno.

3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Só quem te ama

5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.

7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é

a jornada deles.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

16. Respire fundo. Isso acalma a mente.

17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.

20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.

21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chic.  Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

23. Seja excêntrico (a) agora. Não espere pela velhice para vestir  roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..

26. Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras. ‘Em cinco anos, isto importará?’

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todo mundo.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..

31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

33. Acredite em milagres.

34.. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.

35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.

36. Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.

38. Tudo que verdadeiramente importa no final é o  que você amou.

39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos

os lugares.

40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos  nossos mesmos problemas de volta.

41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor ainda está por vir.

43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

44. Produza!

45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

COMPORTAMENTO · GENTE QUE ENCANTA

MATURIDADE EM MOVIMENTO

Carla Cristina Casara é Fisioterapeuta, com formação no Pilates Classico pela escola Power Pilates, de NY. Em 2005 iniciou um trabalho na Universidade de Caxias do Sul (UCS), com Pilates para terceira idade, inserido dentro de um programa de extensão chamado na época de UNTI (Universidade da Terceira Idade) e agora denominado UCS Sênior.

Este trabalho começou com 2 turmas de 10 alunos (idade mínima de 50 anos), duas vezes por semana. Hoje são 5 turmas, de 18 alunos cada. Com as aulas, nota-se o quanto as pessoas se beneficiam, não somente pelo exercício físico, mas também pelo convívio social.

Paralelamente ao UCS Sênior, Carla, tem um Studio próprio de Pilates e desde 2012 realiza workshops para profissionais que atendem ou pretendem atender esta demanda.

Com a experiência neste público, ela percebeu que além do método pilates, outras técnicas poderiam ser muito benéficas para a maturidade. Então, no começo do ano passado, em parceria com sua sócia, resolveu criar o método Maturidade em Movimento, baseado no Método Pilates, e em outras técnicas de fisioterapia, alongamento e relaxamento, voltado a um público maduro, principalmente com o objetivo preventivo.

Ali, acontecem workshops destinados aos profissionais da área e também programas para implantação deste projeto em clubes, universidades, prefeituras, spas, etc… Ou seja, elas acreditam que o projeto é benéfico para população madura, que deseja entrar na maturidade com máximo de funcionalidade e independência possível.

Carla Cristina Casara é gente que encanta!

COMPORTAMENTO · GENTE QUE ENCANTA

PROJETO COLHEITA DA MATURIDADE. por Daiane Pazzini Marques

O Projeto Colheita da Maturidade nasceu do desejo em oferecer para pessoas com mais de 50 anos diversas atividades socioculturais, terapêuticas e de estimulação cognitiva para que elas possam viver o processo do envelhecimento da forma mais ativa possível, colhendo os frutos dessa fase da vida com dignidade e alegria.

Iniciei minha trajetória na área do envelhecimento em 2005, após minha formação em Musicoterapia e desde então venho aprimorando meus estudos através de cursos de atualização em psicogerontologia, gerontologia, pós-graduação na Gestão em Saúde da Pessoa Idosa, curso de estimulação de memória em idosos e Danças Circulares.

A ideia desse projeto preventivo e social surgiu da minha vontade de unir as minhas áreas de formação profissional através de vivências motivadoras e diferenciadas, onde o participante possa trabalhar o corpo, mente e alma. O projeto foi lançado em março de 2017 e o primeiro grupo iniciou suas atividades em maio, na Chácara Lages em Cotia – SP, um grupo muito unido o qual os laços de amizade continuam até hoje.

Atualmente o projeto acontece na Associação dos Aposentados e Beneficiados de Vinhedo – SP, todas as quartas-feiras das 14:00 às 16:00h, e a cada encontro percebo o quanto o convívio social nessa fase da vida é importante para combater a solidão, a depressão e para melhorar a autoestima e a qualidade de vida. Historias de vida e experiências são compartilhadas fortalecendo o vínculo e a união do grupo.

Como musicoterapeuta, utilizo a música e seus recursos como base principal das atividades, tanto para trabalhar sentimentos e emoções, como jogos de estimulação cognitiva, rodas de danças circulares, canto e com instrumentos musicais diversos. Trabalhamos com canções significativas e que marcaram época para cada participante, resgatamos e fortalecemos a memória e movimentamos o corpo. A musica com sua função coletiva é utilizada como um meio de comunicação e com muita criatividade estimula diferentes regiões do cérebro.

Além das atividades oferecidas em todos os encontros semanais como: musicoterapia, oficinas da memória, danças circulares, rodas de conversa e atividades de estimulação cognitiva, outros profissionais contribuem para o projeto através de palestras e workshops, um trabalho realizado em parceria que enriquece muito o Colheita da Maturidade. Já foram realizadas oficinas de Jardinagem, de mandalas, palestra com psicóloga, geriatra, etc.

Ao final de nossos encontros sempre acontece um gostoso café da tarde onde cada participante contribui trazendo algo para compor nossa mesa, um momento de descontração e socialização.

O Projeto Colheita da Maturidade acredita no potencial a ser explorado na fase do envelhecimento, que ele pode e deve ser encarado com naturalidade e que com medidas de prevenção pode ser muito bem-sucedido.

Daiane Pazzini Marques/ Idealizadora do Projeto

Maiores informações:

(11) 995969720

(19) 3886-5276

http://www.colheitadamaturidade.blogspot.com.br

facebook e instagram: Projeto Colheita da Maturidade

colheitadamaturidade@gmail.com

GENTE QUE ENCANTA

Cegueira cotidiana por Anna Carneiro Leão.

Era um fim de tarde de fevereiro e fazia calor. Horário, quase seis. Assim como eu, dezenas de pessoas cruzavam muitas ruas e poucos olhares, após o fim de um dia de trabalho ou estudos. No meu caso, os dois.

Aquele dia havia sido uma página tensa e intensa do capítulo dos 24 anos da minha trajetória. Me sentia dura. Sentia falta de leveza, poesia. Trabalho, mestrado, tarefas domésticas, planejamento financeiro. Sobrava seriedade, faltava espontaneidade. Faz parte de ser adulta, você se acostuma, é o que me disseram. Em minha cabeça, naquela tarde, ecoava a frase de Antoine de Saint-Exupéry na obra “O pequeno príncipe” que diz que “todas as pessoas grandes foram um dia crianças – mas poucas se lembram disso”. E eu lembrava. E, mais do que isso: ansiava por levar minha alma para brincar em respiros cotidianos.

Naquela volta para casa, enquanto andava na calçada durante a volta do trabalho, gritava desesperada no silêncio da minha mente o quanto me doía a falta de arte, de sensibilidade.

Andava apressada, sedenta por um banho e decidida que hoje me daria um chope de presente. Não pude aproveitar o carnaval na semana anterior porque tive muitos compromissos profissionais. Hoje, tomaria um chope naquele bar diferentão que estava louca para conhecer. Uma tentativa desesperada, extremamente clichê e ridiculamente consciente de buscar uma fresta de leveza em minha rotina.

Em meio a passos largos e apressados, meu diálogo interno em negociação sobre o chope do fim do dia foi interrompido com a voz suave e aveludada de um senhor risonho que carregava uma sacola de padaria nas mãos. Em meio a um sorriso simpático, ele me disse: “Estou com inveja de você. Você andando com tanta facilidade, e eu aqui…”

As palavras, que vieram como um soco me tirando totalmente a reação, referiam-se ao fato de que aquele senhor andava de forma não menos competente do que eu, apenas mais devagar.

Surpresa com as palavras do senhor risonho, ofereci-lhe ajuda. Ele prontamente recusou, como se eu o houvesse ofendido. E devo tê-lo ofendido de fato, pensei minutos depois. Afinal, eu em minha suprema arrogância juvenil acreditei que aquele senhor com ampla competência na arte de andar precisaria da minha ajuda.

Ele agradeceu a minha pretensiosa oferta de ajuda, trocamos mais algumas palavras e nos despedimos em seguida, trocando sorrisos sinceros e cumprimentos elegantes.

Cruzei a esquina com uma bola na garganta, ainda sem pensar com clareza. Alguns minutos depois, ainda no caminho de casa, as ideias começaram a se organizar e pensei em quantas coisas gostaria de ter dito àquele senhor, que não disse pela ausência de reação que atingiu meu corpo e me impediu de pensar em qualquer coisa naquele momento.

Gostaria de dizer que o invejo também, pelo número e profundidade de coisas que ele provavelmente sabe sobre a vida e que eu ainda não faço a menor ideia. Gostaria de dizer que o invejo por, certamente, ter um número incontável de histórias interessantes para contar em rodas de conversa. Gostaria de dizer que, na verdade, sabemos que eu não o invejo e nem ele a mim, porque ambos sabemos que nem ele gostaria de ter de volta a insensatez e inexperiência dos vinte e poucos e nem eu saberia lidar com sabedorias que provavelmente não estou pronta para reter ainda. As coisas são assim por algum motivo que a sábia natureza conhece. Gostaria, principalmente, de dizer que sou grata a ele por me mostrar, naquele gesto, que a vida tem suas fases e é o momento de usar minha energia física, que está elevada nesse momento da minha vida, para fazer a diferença na sociedade.

Um contato de menos de um minuto me trouxe inúmeras reflexões. Enquanto as digeria, ainda a caminho de casa, andava na minha frente um menino de uns 8, 9 anos, com mochila nas costas, provavelmente voltando da escola.

Admirei aquele menino por alguns segundos – ainda refletindo sobre o diálogo com o senhor risonho – quando em um instante, em extraordinário contraste,  o menino escalou o muro ao lado da calçada. Escalou com absoluta facilidade e pulou para a árvore que estava do outro lado do muro. Sentou-se e, calmamente, pegou uma, duas, três goiabas – até onde vi, dobrando o pescoço para apreciar o espetáculo.

Aquele menino, com menos da metade da minha idade consegue fazer coisas que eu já não consigo com invejável facilidade. Que fantástica poesia.

Meu corpo se arrepiou e, em meio a sorrisos, agradeci à vida pela maravilhosa poesia que ela declamou naquela tarde, bem na minha frente. Arte é isso. Arte incomoda, tira do lugar comum, provoca reflexões. Sensibiliza, instiga sentimentos, estimula sensações. Arte não está só nos museus, galerias e teatros. Arte está na rua, escancarada nas entrelinhas da rotina, em milhares de espetáculos cotidianos feitos para serem admirados por quem os consegue enxergar.

Eu, que naquele mesmo dia me sentia carente de arte, leveza e sensibilidade entendi que não me doía a falta, mas me doía estar de olhos fechados. E, eu estava era de olhos bem fechados, em uma cegueira cotidiana temporária, focando meu olhar nas mesmas coisas em que todo mundo foca, no macro, nos resultados, no que tem que fazer, na mente que não para de emitir barulhos internos e insiste em olhar apenas para dentro.

Naquele dia de extrema cegueira e desespero por voltar a enxergar, a vida me mostrou que ela é, em si, arte, poesia de qualidade, sensível e avassaladora. Pedi por arte, e a vida tratou de me mostrá-la, em absoluta essência. E tratou de abrir meus olhos para sua poesia tornando-me uma ex cega do cotidiano e ensinando-me a ler sua sutil poesia de entrelinhas. Poesia esta que transcende o abecedário e é invisível a olhos insensíveis. Antoine de Saint-Exupéry, novamente, demonstrou naquela tarde absoluta razão em seus ensinamentos no Pequeno Príncipe: “Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”.

E, ainda bem que eu voltei a ver.

COMPORTAMENTO · GENTE QUE ENCANTA · revista velharias

Alzheimer360 – História – Novo Parceiro & Colunista da Revista

Em 2014 dois amigos que haviam passado pelo Alzheimer em suas famílias perceberam a lacuna de informações que existia sobre a doença disponíveis de forma acessível. Perceberam que além dos desafios da própria doença, a falta de informação prejudicava muito o entendimento e o próprio cuidado da pessoa com Alzheimer.

Com espírito empreendedor e muita vontade de transformar, eles se mexeram para mudar essa realidade: Se organizaram e deram vida à primeira edição do CONAZ – Congresso Nacional Online de Alzheimer. O CONAZ era um evento gratuito e online, acessível para qualquer pessoa que tenha internet.

Para este evento, os amigos trouxeram os melhores profissionais em Alzheimer do Brasil: terapeutas ocupacionais, neurologistas, geriatras, nutricionistas, psicólogos, advogados, e muitos outros profissionais que são atuam no tratamento e prevenção do Alzheimer. Além disso, foram convidadas para as palestras pessoas que vivenciam ou já vivenciaram a longa jornada pela qual um doente de Alzheimer passa e compartilharam um pouco de sua história.

Com o sucesso do CONAZ, a dupla percebeu que havia a oportunidade de preencher essa lacuna de informações sobre Alzheimer a longo prazo, oferecendo suporte e informações de qualidade sobre todos os aspectos da doença. Um congresso só era pouco para o universo do Alzheimer e as dúvidas das pessoas que lidam com ele.

O ideal seria que o público tivesse um local repleto de informações sérias e de qualidade sobre o Alzheimer. Uma área de membros repleta de vídeos totalmente direcionados para o Alzheimer oferecendo apoio e suporte às pessoas que lidam com a doença.

E assim nasceu o Alzheimer360. Uma inovadora Plataforma de Ensino Online para cuidadores, familiares,  profissionais de saúde e pessoas interessadas em conhecerem a fundo a doença! Na plataforma a pessoa irá encontrar orientações que vão desde a prevenção do Alzheimer até cuidados nos estágios finais da doença.

O que buscamos? Impactar e melhorar a vida das milhares de famílias que hoje sofrem com o Alzheimer, através de conteúdos transformadores, que guiem e transmitam a segurança e a confiança necessárias para os cuidados diários de uma pessoa com Alzheimer.

Durante todo esse processo os fundadores da empresa perceberam que falar de Alzheimer exigia mais do que anos de pesquisa e estudos: Exigia alma e muito coração.

E são esses os alicerces que sustentam o Alzheimer360: Informações de qualidade, acessíveis e repletas de alma e coração.

Quer conhecer melhor nossa plataforma? Clique no link: www.alzheimer360.com

Equipe Alzheimer360

www.alzheimer360.com